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  • Aradia e Il Vangelo delle Streghe (o evangelho das bruxas)
    Terça-feira, Novembro 18, 2008


     

    Aradia é uma personagem importante e interessante na Bruxaria Italiana; eu me arriscaria a dizer em toda a bruxaria até. Algumas coisas foram escritas sobre ela, existe um livro com seu nome, porém alguns mitos foram criados. Tentando esclarecer dúvidas e mostrar um pouco do que é o livro "Aradia, o evangelho das bruxas" e a Aradia, la Bella Peregrina eu escrevo a coluna desta quinzena.

    La Bella Peregrina, nome com o qual ficou conhecida nos montes albanos até a Sicília, tem um significado grande para muitas tradições e clãs da Bruxaria Italiana, como a Ariciana e a Tríade de Tradições - Janarra, Fanarra e Tanarra. Lembrada como a professora e mestra das Streghe, Aradia não queria ser adorada: seu intuito era reviver com os camponeses dos feudos os Caminhos Antigos. Passou seus ensinamentos viajando e conversando, reaproximando as pessoas de suas raízes. Ela apontava a Vechia Religione como um alívio ao massacre religioso do cristianismo da época. Com o tempo, ela passou a ter discípulos, 6 homens (um deles era celta) e 6 mulheres. Quando Aradia passou a ser perseguida, esses discípulos saiam em casais para levar seus ensinamentos a diante. Seu símbolo, após sua partida era, e ainda é, a Chama Sagrada que é acesa no meio do altar. Ela é o fogo perene de seus ensinamentos e de nossa ligação com o Espírito do Caminho Antigo. Por fim, seus discípulos também foram perseguidos e muitos mortos e acredita-se que os pergaminhos, nos quais seus ensinamentos foram registrados, trancados no Vaticano. Alguns documentos históricos indicam a passagem de uma mulher peregrina pelo norte da Itália e indicam que talvez ela tenha passado seus últimos anos na Romênia.

    Os ensinamentos de Aradia têm um cunho de simples entendimento e observação completa da Natureza. Ela fala sobre a Deusa Diana e o Deus Dianus ou Lúcifer; discorre como a Natureza é a maior de todas as professoras; deixa para os camponeses o valor e a importância do casamento baseado no amor e no respeito; sobre a força da sexualidade e sua magia; ela deixa um alerta sobre os cristãos, um cuidado que deveria ser tomado naquele momento de perseguição; e deixa um elenco de 13 "conselhos", que são conhecidos como "Covenant of Aradia": visando a convivência harmoniosa entre todos os seres da Criação.

    O Evangelho das Bruxas foi escrito em 1889 por Charles G. Leland, folclorista inglês e estudioso de diversas culturas. Nesta publicação ele expõe ao público o relato de tradições, costumes e estórias de mulheres que se chamavam streghe (bruxas). A fonte de Leland era uma delas, Magdalena. Não se sabe bem ao certo se o que está no livro é a cópia fiel dos escritos das streghe ou se eles foram romanceados. Ele conta como Diana e Lúcifer deram a vida a Aradia e como ela se tornou a primeira Strega. A Aradia do livro também tem um caráter de professora, mas ela é nascida dos deuses. Existem no texto de Leland também uma larga influência de termos e ideais judaíco-cristãos, como no momento em que diz que Aradia não será como a filha de Caim (este mencionado algumas vezes), e o uso da palavra "amen" no fim de alguns feitiços. Raven Grimassi (1999) ainda coloca que o uso do nome de Lúcifer tenha sido por uma propaganda, o que atiçaria ânimos: será que este povo tem alguma ligação com o satânico? A resposta clara é não, uma vez que Lúcifer é a Estrela da Manhã, ou seja, o Sol - Appolo, o irmão gêmeo de Diana.

    A leitura do Evangelho deve ser feita com critério. Nada do que está lá pode ser levado ao pé da letra. No entanto é mister percebermos que ele traz uma grande gama de tradições e idéias que podem ser bem aproveitadas na nossa prática. Ele é um parâmetro de cultura e ética antiga. Ele deixa claro que se faziam maldições, rogavam pragas e ameaçavam as deidades (como fazem os católicos que penduram santos de cabeça para baixo e afins). Tudo isso era visto como legítimo para essas streghe e como uma coisa corriqueira. Elas não sofriam a influência de uma filosofia mais oriental que fala de kharmas e coisas nesse gênero. Eram camponesas, filhas da Natureza que agiam como tal: pisas no meu pé, eu imediatamente piso no teu. Eu acredito que, de um ponto de vista histórico e social, é impossível fazer um juízo de certo ou errado sobre essas práticas.

    Uma curiosidade sobre o Evangelho está no capítulo XI que descreve um pouco sobre a Casa dos Ventos e sua história. Existem muitas semelhanças com a vida da Aradia histórica.

    Conclusões: existe o fato interessante de alguns relatos do livro se parecerem com práticas neopagãs, como o "Charge of Aradia" que tem grandes semelhanças com o "Charge of the Goddess" apresentado por Doreen Valiente. Além da similaridade com práticas feitas por bruxas italianas de muito antes da publicação do Vangelo (evangelho), como a nudez ritual como símbolo de liberdade e sinceridade, o que traz credibilidade aos escritos do livro - ou pelo menos, parte deles.

    Por tudo que eu li, estudei e pratiquei até agora, a conclusão mais importante é que "os livros são bons conselheiros". Não é possível seguir um livro em 100% dele - isso se torna fundamentalismo. Hoje temos a capacidade e a oportunidade de sermos críticos: bruxos, magistas capazes de reflexão sobre o que lemos, ouvimos e praticamos a fim de não nos basearmos numa verdade infundada e cega.

    Aceitemos que o livro é um ponto de partida, mas é necessário desprendimento e vontade para saber mais a fundo sobre, por exemplo, quem foi Aradia, qual a importância de Diana, por que Lúcifer é citado e quem ele é realmente para que não nos tornemos meros repetidores de versos. Sejamos bruxas e bruxos responsáveis e cientes de nosso papel como tais: investindo em nosso conhecimento e crescimento.

     

    Benedizioni di Astrea

    por Pietra D C Luna

    Os Dons de Aradia

     


    No séc. XIV, Aradia ensinou que os poderes "tradicionais" de uma Bruxa pertenceriam àqueles que seguissem a Velha Religião. Ela os chamo de Dons, porque ela colocava que são apenas "um adicional" aos poderes de uma verdadeira bruxa, e não a razão pela qual alguém deveria ser tornar uma ou seguir La Vecchia. Estes são os seguintes:

    1.    Atrair sucesso nos assuntos do coração
    2.    Abençoar e consagrar
    3.    Falar com os espíritos
    4.    Saber das coisas ocultas
    5.    Chamar espíritos
    6.    Conhecer a Voz do Vento
    7.    Ter o conhecimento da transformação
    8.    Ter o conhecimento da divinação
    9.    Conhecer os Sinais Secretos
    10.  Curar males
    11.  Trazer a beleza
    12.  Ter influencia sobre as feras selvagens
    13.  Conhecer os segredos das mãos.

    Aradia também ensinou que uma Bruxa deve seguir aos Ritos Sazonais e os
    momentos da Lua Cheia para manter os dons.

     

    INTRODUÇÃO  

                    Iniciaremos com um pouco de História. A Itália passou a ser o país como o conhecemos a pouco mais de 100 anos. Antes disso, era apenas a península Itálica, dividida em diversos reinos. Voltando um pouco mais no tempo, mais ou menos a 1000 ac, vemos esta região populada por diferentes povos: dos etruscos, altamente desenvolvidos tecnologicamente para a época, passando pelos Latinos  e terminando nos Villanovanos, que são considerados os indo-europeus do local. Neste momento histórico, os romanos ainda não são donos de um império e os gregos mostram muita influência sobre estes povos. A religião etrusca é influenciada pelos gregos e as práticas dos neolíticos – passando sua influencia, agora, para os romanos – que nunca foram detentores de uma cultura própria. Este caldeirão de culturas deu origem à Itália e sua Vecchia Religione.

    A Vecchia Religione ou Stregaria é a velha religião ligada a Natureza (como a Wicca), é a bruxaria italiana. Em italiano temos palavras para designar bruxa e bruxo que seriam, strega e stregone, respectivamente.  Há também uma palavra para coven, boschetto.

                    Na Itália central, as bruxas adoravam a deusa Diana e seu consorte, o deus Dianus. Fora de Roma, na região dos Montes Albanos, elas se reuniam nas ruínas de um templo de Diana, às margens do Lago Nemi.

                    No século XIV, uma mulher muito sábia que se “intitulava” Aradia, renasceu a Velha Religião.  Deste esforço, se formaram três tradições, que em origem, eram uma só. As tradições são conhecidas como Fanarra, Janarra e Tanarra. Coletivamente, são conhecidas como a Tríade de Tradições.

                    A Fanarra é original do norte da Itália e são conhecidos como Guardiões dos Mistérios da Terra; a Janarra e Tanarra são do centro da Itália. A Janarra é conhecida como Guardiões dos Mistérios da Lua e a Tanarra dos Mistérios das Estrelas. Cada tradição tem um “líder” chamado Grimas. Ele deve ter conhecimento das outras duas tradições e sua função é fazer com que a sua tradição continue. \

                    Existe também a tradição Aridiana proveniente da vila de Arida – dizem que as maiores parte dos discípulos de Aradia vieram desta localidade no centro da Itália. As maiorias dos praticantes modernas da Stregaria seguem essa tradição. A maioria dos ritos desta apostila são Aridianos.

                    Como uma religião baseada na natureza, os Aridianos reconhecem a polaridade de gênero dentro da Ordem Natural, e personificam isso como A Deusa e o Deus. O ano é dividido em meses do Deus (outubro a fevereiro) e meses da Deusa (março a setembro). Ambos, Deusa e Deus, são reverenciados e são iguais em importância. Um detalhe é que durante os meses do Deus, os rituais são feitos com robes/ túnicas e nos meses da Deusa, sem roupa alguma. Outra coisa é que durante os meses do Deus, o sacerdote se ocupa de mais “incumbências” nos esbaths.

                    Os grupos/ covens da tradição Aridiana possuem diversos cargos. Estes são de Sacerdotessa e Sacerdote; em seguida vem a Dama D’onore e La Guardiã, que são respectivamente, a Donzela que auxilia a Sacerdotisa nos rituais, e o Guardião que é responsável pela segurança da Sacerdotisa (o que de fato é interessante, pois não vivemos mais em uma época de perseguição, ou não deveríamos :)). É interessante também ressaltar a similaridade com o sistema gardeniano e alexandrino. Os sacerdotes são a representação dos Deuses nas encenações dos rituais...

     

    Stregherie

                     A velha religião na Itália começou com os povos Etruscos que apareceram na Itália por volta de 1.000a.c, por serem povos místicos e possuidores de conhecimento de magia eles influenciaram em muito a religião da Itália.

     Os povos Etruscos deixaram tumbas magníficas decoradas, pintadas e ás vezes com jóias armas, utensílios de uso pessoal, todos esses objetos indicavam o nível social da pessoa que ali estava enterrada, acreditavam na vida após a morte e que os deuses se fossem bem celebrados durante suas vidas na terra, poderiam lhes reservar uma boa vida após a morte. 

    Os deuses ocupavam um lugar importante na vida dos Etruscos, influenciavam seus comportamentos, seus relacionamentos e a idéia principal dos Etruscos era o poder que os deuses podiam emprestar "aos humanos", portanto o poder divino era consciente entre os Etruscos, com seus hábitos, sua religião e seus conhecimentos influenciaram sobre maneira toda a região da Itália.

                        A vinda do cristianismo na Itália determinou a queda do Paganismo e os cultos mágicos aos deuses foi considerado ilegal .As sacerdotizas de Diana se refugiaram em vilas isoladas... onde hoje é encontrado o templo de Diana em ruínas, portanto a Velha Religião foi conservada nessas áreas rurais  e o seu conhecimento existem até hoje na Itália moderna.

                        A perseguição das bruxas na Itália não foi violenta como foi em outros países pois as bruxas italianas se concentravam em vilas isoladas e eram geralmente muito bem toleradas.

                       A bruxa italiana chama-se Stregha e o bruxo italiano chama-se Streghone e o coven de bruxos é chamado de Boschetto A Stregheria também tem várias tradições conforme as regiões da Itália, por exemplo na Sicilia, norte da Itália, sul da Itália etc...

                                         Na Stregha é muito importante os laços familiares, os espíritos que protegem e preservam a antiga religião e seus conhecimentos. Ha muitas diferenças entre as bruxas americanas e as bruxas italianas, essas diferenças além de serem históricas são devidas a diferentes tradições e diferentes crenças. Os Estados Unidos fica muito longe da Itália e numa época passada, nos tempos primitivos é lógico que o conhecimento da Itália eram diferentes dos conhecimentos americanos assim como a sua história, por exemplo: uma bruxa Strega nunca ouviu falar sobre karma há tempos atrás, por que o conceito oriental místico só chegou na Itália neste século, portanto não se escutava falar sobre tantra, I'ching, chákra, yoga, estes conceitos não estavam presentes na Itália no ano de 1.300... Como a Stregha italiana têm seus alicerces na velha religião praticada nessa época, genuinamente ela não usa conceitos orientais .

                        Outro exemplo: Na Itália temos quase 200 dialetos diferentes, o que originam diversas formas de  conhecimentos, tradições e clãs.

                        A magia Stregha usa muitos objetos da natureza, amuletos, talismãs, adivinhações, feitiços, os círculos mágicos também são feitos, é muito comum se encontrar chaves feitas de ouro ou prata, tesouras ferraduras, pérolas, fitas vermelhas e sal.

                       Já foi dito que é muito importante os laços familiares na bruxaria Stregha e geralmente a iniciação de uma bruxa Stregha começa desde o momento de seu nascimento. as mulheres mais velhas da família gradativamente vão oferecendo conhecimentos para a iniciada e vão notando quais os dons que esta iniciada nasceu com eles.

                       Isto também se dá com os meninos que florescem mais tarde na magia que as meninas.   

     

    A herança de Aradia

     

    Trago a questão da herança. Resolvi pegar um dos pilares mais tradicionais das práticas de Stregheria - ou de qualquer vertente mais tradicional (e hereditária): o sangue. Para muitas streghe, ele é o passaporte para a entrada nos "mistérios". A herança do sangue é bem forte e une muitos clãs e praticantes. Para alguns, o simples nascer em determinada família já é um rito iniciático. A questão central aqui é: fazer parte de uma família, ter uma descendência "mágicka" conta - e muito! Muitas famílias não abrem seu livro mágicko ou sua linhagem para ninguém e os únicos estranhos são os cônjuges dos filhos.

           "Poxa vida... então, se eu não vier de uma família bruxa, nada feito?", alguns podem estar pensando. :(

           Na verdade, muitas trilhas levam ao Caminho. Algumas streghe acreditam que o processo evolutivo permite aos iniciados estar sempre juntos dos seus - porém, nada garante que com o mesmo sangue terreno. Eu acredito fortemente nisso. Alias, vale observar as pessoas que seguem religiões africanas; tradições de sangue negro. Muitos têm esse sangue correndo em suas veias, no entanto alguns daqueles que se dedicam e se iniciam são de descendência preponderantemente européia. O que as traz até o terreiro? Aleph, meu companheiro mágicko, diz "que são pessoas de alma negra". Quem remexeu caldeirão uma vez, fatalmente o fará novamente.

           Aqui então se firma um ponto interessante: não importa de onde vem a sua ancestralidade, mas para onde ela te leva - além de sabermos reverenciar isso com propriedade.

           Se seus avós são como os meus, católicos e espíritas, isso não impede que ninguém de trilhar uma estrada de (neo)paganismo. Nossos rituais e nomenclaturas podem ser diferentes, mas nossa essência é como a água: molda-se ao recipiente que a carrega. Procuramos o divino; eu o vejo no Sol, na Lua ou na Terra, mas minha família o vê em Jesus. Ainda assim, somos uma família e temos nossas particularidades e cultos: somos a nossa tradição.

           Esta é a herança de Aradia. A famosa figura da Stregheria - principalmente pelas mãos de Charles Leland e seu Gospel - traz essa força: de quem volta às suas origens e as incorpora, saindo depois para levar a outros este mesmo processo. Eu penso que este é um processo que tem de acontecer para entrarmos em processo iniciático. Algo como "Conhece a ti mesmo". Se conhecer é tirar o primeiro véu de seus olhos e assumir sua personalidade mágicka - independentemente de qual seja seu Caminho. Ao centrar meus estudos na Bruxaria Italiana, recebi uma grande oportunidade: a de poder olhar os meus e entender melhor por que estava fazendo aquilo (e por que continuo).

           Eu creio que esta é uma das lições da mestra Aradia. A lição de trazer seu sangue e honrá-lo. Isto é dizer aos seus ancestrais: "não me esqueci de quem somos!".

           Benedizioni di Diana

    por Pietra D C Luna

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    posted by Motoko Aramaki @ 12:30 PM   0 comments
    Saiba como evitar o "olho gordo"
    Segunda-feira, Abril 23, 2007
    Desde a antiguidade, os olhos são considerados "a expressão da alma". Órgão sagrado e de grande poder, têm um potencial oculto e emitem energias que podem intensificar as palavras ditas. Um olhar dirigido e penetrante pode reforçar uma mensagem ou um ensinamento. E, muitas vezes, sozinhos conseguem passar toda a informação necessária.

    Portanto, grande parte da energia gerada por nossos pensamentos e sentimentos é emitida pelos olhos. Além de ser o "espelho da alma", o olho também é um grande emissor de magnetismo e energia.

    Existem relatos de homens santos que, apenas com seu olhar, curavam os doentes. Isso nada mais é do que uma energia de cura muito poderosa que é canalizada por meio dos olhos. Mas, infelizmente, nem só de santos vive a Terra. Muitas pessoas desequilibradas emitem, pelo olhar, energia "desgovernada". Podem matar plantas, murchar bolos, colocar quebranto em crianças pequenas, quebrar objetos, enguiçar máquinas e provocar mal-estar em outras pessoas. Esse "fenômeno" é o conhecido "olho gordo".

    Para a terapeuta holistica Vera Caballero, muitos consideram o "olho gordo" pura superstição, mas o tema já era tratado por Lao-Tse, criador do Taoísmo, que viveu há mais de 350 anos antes de Cristo, e por Confúcio, que viveu 600 anos antes de Cristo, -ambos na China

    O "olho gordo" nada mais é do que a canalização, por meio dos olhos, de uma energia interna gerada pelo desejo de possuir o que é dos outros e pela inveja, o que não deixa de ser um roubo de energia. Quem tem "olho gordo" são aquelas pessoas que estão em permanente estado de descontentamento e que têm complexo de inferioridade -mesmo que camuflado. Como não se julgam capazes de conseguir por mérito próprio o objeto de sua cobiça, seguem lamentando-se de sua má sorte e nada fazem para construir uma vida mais feliz.

    "Pessoas assim podem ser consideradas vampiros de energia e estão ligadas aos baixos desejos, à mesquinhez, ao egocentrismo e a uma série de assuntos internos mal resolvidos. Gostam de estar sempre por perto e, diante de algum acontecimento, são solícitos e companheiros. Utilizam-se do recurso da aproximação", diz a terapeuta.

    Segundo Vera, nossa felicidade certamente incomoda muita gente e durante toda a vida nos veremos obrigados a lidar com isso. Portanto, não adianta fugir nem fingir que não é com você. "Aprender a nos portar diante do fato é o melhor que temos a fazer", afirma.

    Em seus estudos sobre "olho gordo", Vera Caballero elaborou seis dicas para lidar com ele. Leia a seguir:

    1- Há pessoas que costumam usar amuletos para evitar as energias negativas. Embora muitos não acreditem em sua eficiência, na verdade, esses objetos são receptores de energias desarmoniosas. Apesar de absorverem e neutralizarem essas energias, são de pouca valia se a pessoa que o usa vibre o mal ou tenha baixa auto-estima.

    2- Deixar a ingenuidade de lado também é muito útil nessas horas. Com um pouco de conhecimento, prática e atenção é possível começar a pressentir as intenções dos outros, para não sermos pegos de surpresa. Isso não significa ser malicioso e apenas ver o mal em tudo e em todos, mas com um pouco de sensibilidade aprenderemos a nos posicionar de forma correta em cada situação, nos abrindo para quem merece nossa confiança e nos colocando em posição de defesa em relação ao que não nos inspiram bons agouros.

    O segredo é não se deixar levar pelas aparências, somente pela razão. A intuição e uma observação apurada também contam muito. A partir daí, selecione seus amigos, saiba a quem confiar segredos e principalmente determine quem deve ou não frequentar sua casa.

    3- Outra dica boa é o uso de visualização criativa e do mentalismo. Imagine-se envolto em luz dourada, que o torna invulnerável às investidas do invejoso. Aproveite também para mandar um pouco de luz para ele, afinal a generosidade é uma energia que nos protege. Faça o mesmo com sua casa, animais e objetos de valor. O azul é outra cor muito boa para a proteção: a cor do arcanjo Miguel

    4- Em se tratando de "olho gordo", o mais importante é a postura da pessoa diante do fato. Seres de vontade fraca, indecisos, medrosos e supersticiosos, que não se julgam merecedores de felicidade, são alvos fáceis do invejoso. O fortalecimento interior é a melhor arma contra as investidas externas.

    5- Outro aspecto importante é a naturalidade. Nada de esconder o carro novo, a promoção merecida e muito menos os seus dons pessoais, nunca use de falsa modéstia, assuma com firmeza e merecimento as suas riquezas. Por outro lado, também não caia no outro extremo, saindo por aí exibindo-se e atiçando a inveja dos outros. Repito: a naturalidade aliada à segurança do senso de merecimento nos protegem da inveja alheia.

    6- Nunca olhe para o invejoso com medo ou se sentindo inferior. Lembre-se que quem tem inveja é porque não é feliz e não tem capacidade de conquistar o que deseja. A sua firmeza é que vai protegê-lo e o medo só dará forças ao invejoso. Use e abuse do senso de humor. A alegria aliada à presença de espírito -sem agressividade- cortam o padrão vibratório do invejoso, deixando-o sem ação. E não se esqueça: Nunca tenha vergonha ou culpa por ser feliz
    posted by Motoko Aramaki @ 10:27 AM   1 comments
    O ENFORCADO
    Terça-feira, Março 06, 2007


    Uma situação criada por nós
    ou em que nós mesmos nos colocamos.
    A aceitação de um fato.
    Este momento pede uma trégua momentânea.

    Conselho: Diante de uma situação inevitável
    não se debata, nem se desespere.
    Confie tranquilo que a solução virá naturalmente.
    Aquiete a sua mente.

    Chave: Muitas vezes, a não resistência é a melhor maneira
    de se enfrentar as grandes tempestades da vida.

    Marcadores:

    posted by Motoko Aramaki @ 12:33 PM   0 comments
    As Características dos Planetas Segundo Al-Biruni


    NATUREZAS DOS PLANETAS E AS SUAS INDICAÇÕES
    As características gerais dos planetas e as suas indicações de acordo com as qualidades elementares; benéficos ou maléficos; sexo; se diurnos ou nocturnos; cheiro e sabor; cor.

    Saturno é extremamente frio e seco. O grande maléfico. Masculino. Diurno. Desagradável e adstringente, ofensivamente ácido, fedorento. Da cor do azeviche, também negro misturado com amarelo, cor de chumbo, escuro como breu.
    Júpiter é moderadamente quente e húmido. O grande benéfico. Masculino. Diurno. Doce, agridoce, delicioso. Cor de pó e branco misturado com amarelo e castanho, brilhante, cintilante.
    Marte é extremamente quente e seco. O menor maléfico. Masculino (alguns dizem feminino). Nocturno. Amargo. Vermelho escuro.
    O Sol é quente e seco, o calor predomina. Maléfico quando está próximo, benéfico à distância. Masculino. Diurno. Penetrante. Pungente, amarelo avermelhado brilhante, a sua cor é dito para ser a do senhor da hora.
    Vénus é moderadamente fria e húmida, especialmente a última. O menor benéfico. Feminina. Nocturna. Sabor gordo e doce. Branco puro, tendendo para a cor de palha, brilhante, de acordo com alguns esverdeada.
    Mercúrio é moderadamente frio e seco, o último predominante. Benéfico. Masculino e diurno por natureza, mas recebe as características dos outros que lhe estão próximos. Complexo sabor e cor, a última azul celeste misturada com uma mais escura.
    A Lua é fria e húmida, às vezes moderada, variável. Benéfica e maléfica. Feminina. Nocturna. Salgado ou insípido, um pouco amargo. Azul e branco, ou alguma cor profunda, não deixando de ter a mistura de um avermelhado amarelo, resplandecência moderada.


    CONTINUAÇÃO DAS INDICAÇÕES
    Indicações de acordo com as propriedades das coisas, a sua forma, os dias e as noites da semana, climas, a natureza dos solos.

    Saturno: As coisas mais frias, mais duras, mais fétidas e mais poderosas. Pequenez, secura, dureza, peso. Sábado (e Quarta-feira à noite). Primeiro clima. Montanhas áridas.
    Júpiter: As coisas mais moderadas, completas, agradáveis, melhores e mais fáceis. Moderação, solidez, suavidade. Quinta-feira (e Segunda-feira à noite). Segundo clima. Solos fáceis de trabalhar.
    Marte: Coisas quentes, duras, afiadas e vermelhas. Comprimento, secura e aspereza. Terça-feira (e Sábado à noite). Terceiro clima. Terrenos gastos, duros e empedernidos.
    Sol: As coisas mais hábeis, nobres, famosas e generosas. Revolução, minas, esgotamento, lugares vazios e livres. Domingo (e Quinta-feira à noite). Quarto clima. Montanhas ricas em minerais.
    Vénus: As coisas mais pungentes, mais agradáveis e deliciosas, mais belas, suaves e maduras. Forma quadrada, dispersão, brandura. Sexta-feira (e Terça-feira à noite). Quinto clima. Solos com água abundante.
    Mercúrio: Mistura de coisas moderadas. Composto de duas coisas desta natureza. Quarta-feira (e Domingo à noite). Sexto clima. Solo arenoso.
    Lua: Os objectos mais espessos, densos, húmidos e leves. Densidade, humidade, opacidade, leveza. Segunda-feira (e Sexta-feira à noite). Sétimo clima. Planícies e terrenos planos.


    EDIFÍCIOS E PAÍSES
    Indicações de acordo com, os lugares e edifícios; países.

    Saturno: Canais e catacumbas subterrâneas, poços, edifícios antigos, estradas desoladas, covis de animais selvagens, desertos cheios deles, estábulos para cavalos, burros e camelos, e casas para elefantes. Índia, Zanzibar, Abissínia, Egipto, Etiópia, entre o Ocidente e o Sul, Yémen, Arábia e Nabateia.
    Júpiter: Palácios reais, mansões da nobreza, mesquitas, púlpitos, igrejas Cristãs e sinagogas, ciência, livros, vasilhas comuns, casas de professores, vilarejos dos que trabalham com chumbo. Babilónia, Fars, Khurasan, o país dos Teviks e dos Berberes em África até ao Ocidente.
    Marte: (Templos de fogo), lareiras e lenha, fogos de beira de estrada e as vasilhas necessárias à arte do oleiro. Síria, Grécia, Slavónia, países do Noroeste.
    Sol: Palácios dos reis e sultões. Hijjaz, Jerusalém, Monte Líbano, Arménia, Alan, Dailam, Khurasan até à China.
    Vénus: Casas majestosas, vasilhas (caminhos) que contêm muita água, lugares de culto. Babilónia, Arábia, Hijaz e a sua vizinhança, (ilhas e plantações de açúcar), e cidades da Mesopotâmia e o meio do pântano.
    Mercúrio: Bazares e divãs, mesquitas e casas de pintores e lavandarias, e aquelas que estão perto de pomares, canais de irrigação e fontes. Meca, Medina, Iraque, Dilam, Gilan, Tabaristan.
    Lua: Lugares húmidos, fabricação de tijolos em lugares subterrâneos ou subaquáticos, lugares para arrefecer a água, cursos de água e caminhos com árvores. Mosul, Azerbeijão, as ruas estreitas do povo comum em qualquer lugar.


    RELAÇÕES COM OS MINÉRIOS, METAIS E JÓIAS, SEMENTES E FRUTOS
    Indicações de acordo com as minas; metais e pedras preciosas; sementes e frutos.

    Saturno: Óxido de chumbo, escória de ferro, pedras duras. Chumbo. Pimenta, belérico, mirobálano, azeitonas, nêsperas, romãs amargas, lentilhas, semente de linho, semente de cânhamo.
    Júpiter: Marcasite, tutty (substância obtida do zinco), enxofre, arsénico vermelho, todas as pedras brancas e amarelas, pedras encontradas na vesícula do boi. Estanho, chumbo branco, latão fino, diamante, todas as jóias usadas pelo homem. Romã selvagem, maçã, trigo, cevada, arroz, durra, grão-de-bico, sésamo.
    Marte: Ferro magnético, shadna (pedras em forma de lentilha), cinábrio, carmim e mosaicos (fasifusa). Ferro e cobre. Amêndoas amargas, sementes da árvore da terebintina.
    Sol: Zircónio vermelho, lápis-lazúli, enxofre amarelo, sulfureto de arsénico, vidro faraónico, mármore, rosalgar, alcatrão. Ouro e tudo o que é cunhado a partir dele para os reis. Laranja e milho.
    Vénus: Magnésio e antimónio. Prata e ouro e jóias colocadas nestes, vasilhas usadas em casa, feitas de ouro, prata e latão, pérolas, esmeraldas, conchas. Figos, uvas, tâmaras, orégão e funcho.
    Mercúrio: Depilatório, arsénico, âmbar, todas as pedras amarelas e verdes. Todas as moedas cunhadas com nome e número, tais como os dinares, os dirames e as moedas de cobre, ouro velho e mercúrio, turquesa, coral, árvore de coral. Ervilhas, feijões, cominho, coentro.
    Lua: Vidro dos nabateus, pedras brancas, esmeraldas, pedra da lua. Prata e coisas feitas de prata, tais como taças, pulseiras, anéis e coisas semelhantes, pérolas, cristal, contas amarradas. Trigo, cevada, pepinos grandes e pequenos, melões.


    RELAÇÕES COM AS ÁRVORES E AS COLHEITAS
    Indicações de acordo com as árvores; pasto e colheitas.

    Saturno: Árvore do bugalho do carvalho, árvore da cidra ou do mirobálano, a oliveira e também o salgueiro, árvore da terebintina, planta do óleo de rícino e todas aquelas que produzem frutos com gosto ou cheiro desagradável, ou de casca dura tais como as nozes e as amêndoas. Sésamo.
    Júpiter: Árvores que dão frutos doces sem pele dura, tais como o pêssego, o figo, o alperce, a pêra e a ‘fruta de lótus’, companheiro de Vénus no que diz respeito aos frutos. Rosas, flores, ervas de cheiro doce ou altas, aquelas plantas que são leves e cujas sementes voam com o vento.
    Marte: Todas as árvores amargas, pungentes e espinhosas, os seus frutos com pele áspera, pungentes ou muito amargos, tais como, a romã amarga, a pêra selvagem, o espinheiro. Mostarda, alho-porro, cebola, alho, arruda, rinchão, arruda selvagem, rabanete, beringela.
    Sol: Todas as árvores altas que têm frutos oleosos e aquelas cujos frutos são usados secos, tais como as tamareiras, amoreiras e vinhas. Cuscuta, cana do açúcar, maná, ‘tarangubin (de angubin - Mel) e shir-khisht’.
    Vénus: Todas as árvores suaves ao toque, de cheiro doce, suaves para a vista, como os ciprestes e a teca, a macieira e o marmeleiro. Bagas doces e oleosas, ervas perfumadas e coloridas, flores de Primavera e tem uma participação no algodão.
    Mercúrio: Arvores pungentes e de mau cheiro. Ervas aromáticas e objectos de jardim, canas e coisas crescendo na água.
    Lua: Todas as árvores cujo caule é curto, tais como a vinha e a romã doce: Relva, juncos, canas, linho, cânhamo, plantas rasteiras tais como o pepino e o melão.


    RELAÇÕES COM OS ALIMENTOS E AS DROGAS, NECESSIDADES DO LAR, ESTADOS DO SER, PODERES
    Indicações de acordo com os alimentos e drogas; utensílios domésticos; estados do ser; poderes.

    Saturno: Drogas frias e secas no quarto grau, especialmente aquelas que são narcóticas e venenosas. Residências. Sono. Poder retentivo.
    Júpiter: Aqueles que são moderadamente quentes e húmidos, e que são proveitosos e agradáveis. Frutos. Roupas. Faculdades vitais, crescentes e nutritivas e o ar no coração.
    Marte: Tudo o que não é venenoso mas pungente e quente no quarto grau. Drogas. Negócio. Paixão.
    Sol: Tudo o que é quente para além do quarto grau, e que é salutar e de uso geral. Alimentos. Comer e beber. Vigor juvenil.
    Vénus: Alimentos moderadamente frios e húmidos, úteis e agradáveis ao paladar. Ervas aromáticas. Coito. Sensualidade.
    Mercúrio: Alimentos que são mais secos do que frios e que são agradáveis mas raramente úteis. Grãos. Falante. A faculdade da reflexão.
    Lua: Alimentos que são igualmente frios e húmidos, por vezes úteis, por vezes prejudiciais, e não são de uso constante. Bebidas. Água potável. Poder natural.


    INDICAÇÕES QUANTO AOS QUADRÚPEDES, ETC.
    Indicações de acordo com quadrúpedes.

    Saturno: Animais negros e aqueles que vivem em buracos no chão; bois, cabras, cavalos, ovelhas; arminho, zibelina, doninha, gato, rato, gerbo, além disso, grandes cobras negras, escorpiões e outros insectos venenosos e pulgas e escaravelhos.
    Júpiter: O Homem, animais domésticos e aqueles com cascos rachados, tais como as ovelhas, bois, corças, aqueles que têm pintas e lindas cores, e comestíveis, ou falantes, ou treinados, tais como leões, chitas e leopardos.
    Marte: Leão, leopardo, lobo, javali, cão, animais selvagens destrutivos ou furiosos, serpentes venenosas.
    Sol: Ovelhas, cabras de montanha, veados, cavalos árabes, leões, crocodilos, animais nocturnos que ficam escondidos durante o dia.
    Vénus: Todos aqueles animais selvagens que têm cascos brancos ou amarelos, tais como gazelas, burro selvagem, cabra de montanha assim como grandes peixes.
    Mercúrio: Burro, camelo, cão doméstico, raposa, lebre, chacal, arminho, criaturas nocturnas, pequenos animais aquáticos e terrestres.
    Lua: Camelo, boi, ovelha, elefante, girafa, todos os animais de carga obedientes ao homem e domesticados.


    INDICAÇÕES QUANTO AOS PÁSSAROS, ELEMENTOS E HUMORES, ÓRGÃOS DO CORPO, ÓRGÃOS VITAIS
    Indicações de acordo com pássaros e outros voadores, os elementos e os humores, órgãos de natureza similar, órgãos vitais.

    Saturno: Pássaros aquáticos e nocturnos, corvos, andorinhas e moscas. Terra, bílis negra e ocasionalmente fleuma crua. Cabelo, unhas, pele, penas, lã, ossos, medula e chifre. Baço.
    Júpiter: Pássaros com bicos direitos, comem grãos, não são negros, pombo, francolim, pavão, aves domésticas, poupa e cotovia. Ar e sangue. Artérias, esperma e medula óssea. Coração em parceria com o Sol.
    Marte: Pássaros carnívoros com bicos curvos, nocturnos, galinhas de água, morcegos, todos os pássaros encarnados, vespas. A parte superior do fogo e bílis amarela. Veias e as regiões posteriores. Fígado juntamente com Vénus.
    Sol: Águia, pombo torcaz, rola, galo e falcão. A parte inferior do fogo. Miolos, nervos e a hipocondria, gordura e tudo o que é desse tipo. Estômago.
    Vénus: Pombo torcaz, pombo bravo, pardal, bulbul, rouxinol, gafanhotos e pássaros não comestíveis. -----. Carne, gordura e a espinal-medula. Rins.
    Mercúrio: Pombo, estorninho, grilos, falcões, pássaros aquáticos e rouxinóis. Bílis negra. Artérias. Vesícula biliar.
    Lua: Patos, grous, corvos carnívoros, garças, pintos, perdiz. Fleuma. Pele e tudo o que está relacionado com ela. Pulmões.


    INDICAÇÕES QUANTO ÁS PARTES DA CABEÇA, SENTIDOS, MEMBROS DO CORPO, TEMPO DE VIDA
    Indicações de acordo com as partes da cabeça; órgãos dos sentidos; órgãos aos pares e outros; período da vida.

    Saturno: Ouvido direito. Audição. Nádegas, ânus, intestino, pénis, costas, altura, joelhos. Velhice.
    Júpiter: Ouvido esquerdo. Audição e tacto. Coxas e intestinos, útero e garganta. Meia-idade.
    Marte: Narina direita. Olfacto e tacto. Pernas, púbis, vesícula biliar, rins. Juventude.
    Sol: Olho direito. Visão. Cabeça e peito, costados, dentes, boca. Idade adulta.
    Vénus: Narina esquerda. Olfacto e órgãos da inalação. Útero, genitais, mãos e dedos. Juventude e adolescência.
    Mercúrio: Língua, juntamente com Vénus. Gosto. Órgãos da fala. Infância.
    Lua: Olho esquerdo. Visão e gosto. Pescoço, seios, pulmões, estômago, baço. Da infância para a velhice, conforme os seus vários quadrantes.


    RELAÇÕES E LIGAÇÕES. FIGURA E ROSTO
    Indicações de acordo com as relações e ligações, figura e rosto.

    Saturno: Pais, avôs, irmãos mais velhos e escravos. Feio, alto, seco, rosto azedo, cabeça grande, sobrancelhas unidas, olhos pequenos, boca larga, lábios grossos, olhar abatido, muito cabelo negro, pescoço curto, mão áspera, dedos curtos, figura desajeitada, pernas tortas, pés grandes.
    Júpiter: Filhos e netos. Bela figura, rosto redondo, nariz grosso e proeminente, olhos grandes, olhar franco, pequena barba, abundante cabelo encaracolado e avermelhado.
    Marte: Irmãos de meia-idade. Alto, cabeça grande, olhos e orelhas pequenas, e bela testa, olhos cinzentos penetrantes, bom nariz, lábios finos, cabelo liso, avermelhado, dedos longos, passos longos.
    Sol: Pais e irmãos, escravos. Cabeça grande, compleição branca tendendo para o amarelado, cabelo longo, o branco do olho amarelado, gaguez, grande barriga com pregas.
    Vénus: Esposas, mães, irmãs, parentes uterinos, criança delicada. Belo rosto redondo, compleição branca avermelhada, queixo duplo, bochechas cheias, não muito gordas, belos olhos, a parte negra maior do que a branca; dentes pequenos, belo pescoço, altura mediana, dedos curtos, parte inferior das pernas grossas.
    Mercúrio: Irmãos mais novos. Bela figura, compleição castanha com uma tonalidade esverdeada, formoso, testa estreita, orelhas grossas, bom nariz, sobrancelhas unidas, boca grande, dentes pequenos, barba fina, belo cabelo longo, pés longos e bem feitos.
    Lua: Mães, tias maternas, irmãs mais velhas, amas. Compleição clara e branca, modo de andar e figura direita, rosto redondo, barba longa, sobrancelhas unidas, dentes separados e tortos nas pontas, bom cabelo com cachos.


    DISPOSIÇÃO E MODOS
    Indicações de acordo com a disposição e os modos.

    Saturno: Medroso, tímido, ansioso, desconfiado, avarento, um malévolo conspirador, taciturno e orgulhoso, melancólico, dizendo a verdade, grave, digno de confiança, recusando acreditar na bondade de alguém, absorto nos seus próprios assuntos e consequentemente indica discórdia, e também ignorância ou inteligência, mas a ignorância é ocultada.
    Júpiter: Boa disposição, inspirador, inteligente, paciente, altruísta, devoto, casto, administrando a justiça, dizendo a verdade, erudito, generoso, nobre, cauteloso na amizade, egoísta, amigo de um bom governo, ávido de educação, um guardião responsável e digno de confiança e respeito, religioso.
    Marte: Opiniões confusas, ignorante, imprudente, má conduta, desenfreado, ousado, conflituoso, instável, indigno de confiança, violento, desavergonhado, impúdico mas arrependendo-se rapidamente, um aldrabão, alegre, Brilhante, amistoso e de cara agradável.
    Sol: Inteligente e conhecedor, paciente, casto mas sensual, ávido de conhecimento, poder e vitória, procurando um bom-nome para ajudar os outros, amistoso, colérico mas rapidamente recuperando o sossego.
    Vénus: Boa disposição, rosto formoso, com bom temperamento inclinada para o amor e sensualidade, amigável, generosidade, ternura para com as crianças e amigos, orgulho, alegria, paciência.
    Mercúrio: Viva inteligência e compreensão; afabilidade, gentileza, rosto aberto, elegância, capacidade de ver longe, mutável, profundamente interessado nos negócios, ávido de prazer, mantém segredos, procurando a amizade de pessoas, desejoso de poder, reputação e aprovação, preserva os verdadeiros amigos e afasta-se dos maus, mantém-se longe das trapaças, conflito, malevolência, perverso de coração e discórdia.
    Lua: Simples, (puro de coração), adaptável, um rei entre reis, um servo entre servos, bom coração, esquecido, loquaz, tímido, revela segredos (duplicados), um amante da elegância (e do divertimento), respeitado pelas pessoas, alegre, um amante das mulheres, muito ansioso (em respeito a elas), intelectualmente não é forte, muito pensamento e conversa.


    ACTIVIDADES, INSTINTOS E MORALIDADE
    Indicações de acordo com as condições de vida e actividades.

    Saturno: Exílio e pobreza, ou riqueza adquirida através da sua própria trapaça ou da dos outros, fracasso nos negócios, veemência, confusão, procurando a solidão, escravizando as pessoas através da violência ou da traição, fraude, pranto e gemidos e lamentações.
    Júpiter: Simpatia, um pacificador, caridoso, devotado à religião e às boas obras, responsável, dedicado à esposa, jovial, eloquente, ávido de riqueza, em acréscimo à afabilidade, há alguma leviandade e imprudência.
    Marte: Casamento, viagens, litigio, negócios indo à ruína, falso testemunho, lascivo, um mau companheiro, solitário, rancoroso e enganador.
    Sol: Desejoso pelo poder e governo, desejando depois riqueza e gestão dos negócios mundanos, e forçando a sua vontade sobre os ignorantes, reprovando os malfeitores, duro com os opositores. Se o Sol estiver em exaltação, a posição é favorável para os reis, se estiver em queda para aqueles em rebelião.
    Vénus: Preguiçoso, jovial, jocoso, dançarino, apreciador de vinho, xadrez, do jogo das damas, da batota, tem prazer em qualquer coisa, não é conflituoso, um sodomita ou dado a excessiva actividade sexual, bem falante, apreciador de ornamentos, perfumes, música, ouro, prata, finas roupas.
    Mercúrio: Professor de boas maneiras, teologia, revelação e lógica, eloquente, bela voz, boa memória para histórias, arruinando sucessos devido a excesso de ansiedade e azares, medroso de inimigos, frívolo, ávido de comprar escravos e moças, intrometido, calunioso, ladrão, mentiroso e falsificador.
    Lua: Mentiroso, caluniador, excessivamente ansioso por riqueza e conforto, generoso na distribuição de comida, excessivamente amoroso com a mulher (pouca felicidade conjugal, demasiados casamentos), leviandade nos lugares apropriados, excelente estado de espírito.


    RELAÇÕES COM DOENÇAS E CLASSES
    Indicações de acordo com as doenças, classes de pessoas.

    Saturno: Doença, aflição, pobreza, morte, doença dos órgãos internos, gota. Donos de propriedades, intendentes dos reis, religiosos de várias seitas, devotos, pessoas mal intencionadas, maçadoras, trabalho em excesso (pessoas interessantes), eunucos, ladrões, os moribundos, magos, demónios, vampiros e aqueles que os injuriam.
    Júpiter: Doença, fadiga, febre, morte no parto, cesariana, separar por corte. Reis, vizires, nobres, magnatas, advogados, mercadores, os ricos e os seus bajuladores.
    Marte: Febre. Líderes, cavalaria, tropas, adversários, disputadores em assembleia.
    Sol: ----- Reis, nobres, chefes, generais, oficiais, magistrado, médicos, sociedades.
    Vénus: ----- Nobres, plutocratas, rainhas, cortesãs, adúlteras e os seus filhos.
    Mercúrio: ----- Mercadores, banqueiros, conselheiros, cobradores de impostos, escravos e lutadores.
    Lua: Doenças de muitos tipos. Reis, nobres, nobres matronas abastadas (o plural correcto é hamalah, mulheres grávidas), famosas e abastadas - aghniya'-, cidadãos.


    INDICAÇÕES QUANTO ÁS RELIGIÕES IMAGENS DOS PLANETAS
    Indicações de acordo com as religiões, representações pictóricas dos planetas.

    Saturno: Judeus e aqueles que se vestem de negro. Um velho sentado sobre um lobo, na sua mão direita a cabeça de um homem e na esquerda a mão de um homem; ou, de acordo com outra imagem, montado sobre um brilhante cavalo baio, na sua cabeça um capacete, na mão esquerda um escudo e na direita uma espada.
    Júpiter: Cristãos e aqueles que se vestem de branco. Um jovem com uma espada desembainhada na mão direita e um arco e um rosário na esquerda, a cavalgar; outra imagem: um homem num trono, vestindo trajes de cores variadas, um rosário na mão esquerda.
    Marte: Idólatras, bebedores de vinho, vestidos de vermelho. Homem jovem sentado sobre dois leões, na mão direita uma espada desembainhada, na esquerda um machado de guerra; outra imagem: montado num cavalo baio, capacete na cabeça, na mão esquerda uma lança adornada com rosas vermelhas, bandeira de um grupo, na mão direita a cabeça de um homem, vestido de vermelho.
    Sol: Usando uma coroa; Magos, Mitraístas. Um homem sentado sobre alguma coisa parecida com um escudo sobre rodas puxado por quatro bois, na sua direita uma bengala sobre a qual descansa, na sua esquerda uma clava, rosário; outra imagem: homem sentado, o rosto como um círculo, segurando as rédeas de quatro cavalos.
    Vénus: Islão. Mulher sobre um camelo segurando um alaúde que está a tocar; outra imagem: mulher sentada, o cabelo solto, os cachos de cabelo na sua mão esquerda, na direita um espelho para o qual continua olhando, vestida de verde amarelado, com um colar, sinos, braceletes e pulseiras de tornozelos.
    Mercúrio: Disputadores em todas as seitas. Jovem sentado sobre um pavão, na sua mão direita uma serpente e na esquerda uma tábua na qual ele continua a ler; outra imagem: homem sentado num trono, na sua mão um livro que está a ler, coroado, manto amarelo e verde.
    Lua: Aderentes da religião prevalecente. Homem com uma lança na mão direita, na sua esquerda trinta, fazendo pensar haver trezentas, na sua cabeça uma coroa, sentado numa carruagem puxada por quatro cavalos.


    INDICAÇÕES QUANTO AOS OFÍCIOS, PROFISSÕES, ETC.
    Indicações de acordo com os ofícios, profissões, etc.

    Saturno: Construção, pagador, agricultura, aproveitar terras e a distribuição de água, (transacções fraudulentas), partilha de dinheiro e de heranças, coveiro; venda de coisas feitas de ferro, chumbo, osso, cabelo, cobre; escravos negros; conhecimento usado para fins maldosos, aqueles actos do governo que levam ao mal, à opressão, raiva, cativeiro, tortura.
    Júpiter: Acções nobres, bom governo, religião, fazer o bem; interpretação dos sonhos; trabalho de ourives, banqueiros; venda de ouro velho e prata, roupas brancas, uvas e cana-de-açúcar.
    Marte: Legislação, venda e fabrico de armaduras, arte dos ferreiros, moços de estábulos, pastores, açougueiros, cirurgiões veterinários, cirurgiões, circuncisadores, vendedores de cães de caça, chitas, javalis, lobos, cobre, foices, cerveja, vidro, caixas, taças de madeira, roubos, conflitos, arrombamentos de casas, ladrões de estradas, ladrões de túmulos e prisão, tortura e execução.
    Sol: Recebendo, dando e vendendo brocados de ouro.
    Vénus: Obras de beleza e magnificência, apreciador de bazares, comércio, medindo pelo peso, comprimento e volume; negócios em pinturas e cores, trabalho de ourives, alfaiate, manufactura de perfumes, negócios em pérolas, ornamentos de ouro e prata, almíscar, roupas brancas e verdes, fabricante de coroas e diademas, acompanhando o canto, compondo canções, tocando o alaúde, festas, jogos e jogos de azar.
    Mercúrio: Mercadores, calculadores e avaliadores, astrólogos, necromantes e adivinhos, geómetras, filósofos, controvérsia, poesia, eloquência, destreza manual e ansiedade pela perfeição em tudo, venda de escravos, peles, livros, moedas; profissão de barbeiro, manufactura de pentes.
    Lua: Envolvido em questões de negócio, missões, agências, contabilidade; zeloso na religião e na lei divina, habilidade em todos ramos; prática da medicina, geometria, as altas ciências, medição de terras e água; cultivo e corte de abetos; venda de comida, anéis de prata e virgens, também indica cativeiro e prisão para os adivinhos fraudulentos.


    O texto acima foi extraído do livro 'The Book of Instruction in the Elements of the Art of Astrology' de Al-Biruni (escrito em Ghaznah,1029 DC), seguindo a tradução de R. Ramsay Wright (1934).
    Tradução da versão inglesa por Paulo Silva, DMA

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    posted by Motoko Aramaki @ 12:23 PM   0 comments
    Os cristais de 2007
    Quinta-feira, Janeiro 04, 2007

    Os cristais são utilizados das mais variadas maneiras para proporcionar um equilíbrio físico (também mental e espiritual). Podem ser colocados em um ambiente como objetos de adorno ou imersos em água pura. Aconselha-se que sejam expostos sob a ação da luz solar, para proporcionar melhor seu efeito curativo. Servem como meio na busca de respostas durante a meditação.
    Através deles, criamos mudanças nas vibrações no campo sutil, além do físico. Corpo e ambiente ficam repletos de energia devido a sua capacidade de trazer para o nosso nível, as freqüências das vibrações superiores. O que eles podem fazer por nós, é melhorar a qualidade de vida, favorecendo a meditação, curando dores localizadas ou contribuindo para a tomada de uma decisão importante.
    Os cristais de 2007 são:
    Citrino, Topázio, Água-marinha e Quartzo
    Citrino
    Utilização: Cristal indicado para proteger o ambiente de trabalho.
    O nome citrino é derivado do latim citrus, devido à cor amarelo-limão. Desencadeia uma força vibrante maior onde quer que esteja e com quem esteja usando.
    É o mineral mais indicado para ser usado no ambiente de trabalho (sobre a mesa ou estante) para estimular a criatividade.
    Esta pedra é utilizada nos negócios e na educação. O propósito do citrino é desenvolver a autodisciplina para viver com maior conscientização.
    Utilização:Cristal indicado para proteger o ambiente de trabalho.
    O nome citrino é derivado do latim citrus, devido a cor amarelo-limão. É artificialmente criado pelo aquecimento da ametista (qualidade inferior) em 480 graus. Por isso, poderia ser chamado de "ametrina".

    É recomendado para ser usado no segundo chackra (ponto de energia) e restabelecer problemas urinários, distúrbios do fígado ou rins. Desencadeia uma força vibrante maior onde quer que esteja e com quem esteja usando.
    É o mineral mais indicado para ser usado no ambiente de trabalho, sobre a mesa ou estante para estimular a criatividade. Esta pedra é utilizada nos negócios e na educação. O propósito do citrino é desenvolver a autodisciplina para viver com maior conscientização.

    Topázio
    Utilização: Concede a nobreza da vida amorosa, além de proporcionar a esperança.
    O topázio recebeu seu nome da fabulosa Ilha Vermelha de Topázios ou Topazin (ilha Zebeirget, no mar vermelho) que significa "buscar". Em hindu, o topázio significa "fogo" e, portanto, serve para energizar o corpo especialmente durante o sono.
    As pessoas identificam o topázio tipicamente amarelo, mas a maioria é incolor. É um cristal duro. O topázio é associado às pessoas ricas.
    É ideal para a motivação no trabalho ou no estudo. O topázio pode ser aplicado na meditação ou em sessões de cura para ativar os centros mais elevados de energia. Dá nobreza à vida sentimental.

    Utilização: Concede a nobreza da vida amorosa, além de proporcionar a esperança.
    O topázio recebeu seu nome da fabulosa Ilha Vermelha de Topázios ou Topazin (ilha Zebeirget, no mar vermelho) que significa "buscar". Em hindu, o topázio significa "fogo" e portanto, serve para energizar o corpo especialmente durante o sono.

    As pessoas identificam o topázio tipicamente amarelo, mas a maioria é incolor. É um cristal duro. O topázio é associado às pessoas ricas.
    É ideal para a motivação no trabalho ou no estudo, além de evitar qualquer tipo de doença transmissível. Foi usada por dois Papas (Clemente VI e Gregório II) para afastar a peste e por isso, aumentou a crença na eficácia dos poderes desta gema.
    O topázio pode ser aplicado na meditação ou em sessões de cura para ativar os centros mais elevados de energia. Dá nobreza à vida sentimental.

    Água-marinha
    Utilização: Mineral da juventude proporciona esperança, concentração e bem-estar.
    Mineral cuja palavra deriva do latim "água do mar", sempre foi considerada a pedra de sorte dos marinheiros. Também é conhecida como "pedra sagrada".
    Devido ao seu nome é também considerada protetora dos viajantes e embarcações. É recomendada para ser usada visando o bem-estar do chackra (ponto de energia) laríngeo; ou seja, garganta e tireóide.
    Também ajuda os estudantes, aumentando a concentração. Desenvolve poderes mediúnicos. Seu propósito é expressar a verdade universal.

    Utilização: Mineral da juventude, proporciona esperança, concentração e bem-estar.
    Mineral cuja palavra deriva do latim "água do mar", sempre foi considerada a pedra de sorte dos marinheiros. Também é conhecida como "pedra sagrada". O Papa Júlio II possuía uma água-marinha de cinco centímetros de comprimento, incrustada na sua tiara.

    Devido ao seu nome é também considerada protetora dos viajantes e embarcações. É recomendada para ser usada visando o bem-estar do chackra (ponto de energia) laríngeo; ou seja, garganta e tireóide.
    Também ajuda os estudantes, aumentando a concentração. Desenvolve poderes mediúnicos. A água-marinha é a pedra da juventude, da esperança e da saúde. Seu propósito é expressar a verdade universal. Segundo Kevin Sullivan, "tem a função de fortalecer os órgãos purificadores, como o fígado, baço, tireóide e rins. Também é benéfica para os olhos, os maxilares, o estômago, os dentes e a garganta".

    Quartzo
    Utilização: Quando colocado sobre o corpo, consegue dissolver os nós que bloqueiam o fluxo de energia.
    Em latu sensu, a palavra "quartzo" está diretamente associada aos minerais com a mesma composição química da ametista, citrino, olho-de-tigre etc.
    Doze por cento da crosta terrestre é formada por quartzo. Ele purifica os centros de energia do corpo e quando deixado ao lado da cama, proporciona maior clareza aos sonhos. Este mineral mostra o caminho da percepção e da harmonia. Pode ser utilizado por pessoas que sofrem de "mania de limpeza".

    Utilização: Quando colocado sobre o corpo, consegue dissolver os nós que bloqueiam o fluxo de energia.
    Em latu sensu, a palavra "quartzo" está diretamente associada aos minerais com a mesma composição química da ametista, citrino, olho-de-tigre etc. O diamante sempre foi o mineral mais desejado e na falta deste, nos rituais sagrados, o quartzo era o seu substituto.

    Doze por cento da crosta terrestre é formada por quartzo. Ele purifica os centros de energia do corpo e quando deixado ao lado da cama, proporciona maior clareza aos sonhos. Este mineral mostra o caminho da percepção e da harmonia.
    Alguns quartzos tem no seu interior bolhas de água formadas pela hidrólise, ou seja, a reação da água sobre um composto de íons de hidrogênio. Quando colocado sobre o corpo, dissolve os nós que bloqueiam o fluxo da energia. Pode ser utilizado por pessoas que sofrem de "mania de limpeza".

    (Monica Buonfiglio)

    Pietra
    posted by Motoko Aramaki @ 5:28 PM   0 comments
    Como atrair os anjos da prosperidade

    O significado das flores
    Uma das formas para atrair os anjos da qualidade Arcanjo é comprar ou ganhar flores. Cada vez que se é presenteado com flores, o anjo aproveita para dar um recado.Além disso, as flores têm a força de cortar as demandas. Muitos acreditam que elas substituem os incensos. As flores manifestam a extrema diversidade do universo, a profusão e a nobreza da dádiva divina.
    Veja o recado do anjo através de algumas flores:
    Alecrim: seja cauteloso, calmo. Aceite as convenções.
    Amarilis: um problema sério está sendo resolvido. Você passará por um período de sorte. Seja paciente com as críticas.
    Amor-perfeito: boa hora para resolver questões de justiça. Perdoe e desculpe.
    Cipreste: fase de extrema curiosidade. Atração por fatos extraordinários.
    Cravo: agilização e purificação do ambiente. Religiosidade. Conquista realizada. Vontade de impressionar, vaidade.
    Crisântemo: supere a tendência ao isolamento. Evite se justificar. Fase de honestidade, confiança, harmonia e conhecimento. Lute pela justiça.
    Flores do campo: hora de libertar-se. Fase de despojamento, simplicidade e jovialidade.
    Gerânio: momentos audaciosos. Pioneirismo.
    Hortênsia: grande força de concentração. Hora de ser mais solidário(a).
    Lírio: dignidade, pureza. Tenha mais disposição. Esqueça a timidez. Espere e aceite o apoio da família.
    Margarida: criatividade na hora da dúvida.
    Orquídea: seja mais independente! Viva com seus próprios recursos. Não espere nada de graça da vida. Fase avessa às discussões.
    Papoula: não seja comodista. Cuidado, o tempo está passando.
    Rosa: elegância, ternura, desapego dos bens materiais. Seja mais ativo.
    Violeta: não fique indeciso (a). Um (a) amigo (a) próximo (a) está a caminho para ajudá-lo (a). Hora de contar com a ajuda de todos.
    posted by Motoko Aramaki @ 5:23 PM   1 comments
    O que nos traz o Ano 2007 do Porco ou Javali


    Segundo uma antiga lenda chinesa, Buda convidou todos os animais da criação para uma festa de Ano Novo, prometendo uma surpresa a cada um dos presentes. Apenas doze animais compareceram e ganharam um ano de acordo com a ordem de chegada: o Rato; O Boi ou Búfalo; o Togre; O Coelho; o Dragão; a Cobra ou Serpente; o Cavalo; a Cabra ; o Galo; o Macaco; o Cão; o Porco ou Javali. O Cavalo de Fogo rege a cada 60 anos.
    Segundo o horóscopo chinês, em 18 de Fevereiro de 2007 tem início o ano do Javali (Zhu).
    Um aspecto a ser destacado no período é o favorecimento dos valores ligados à família e ao lar, como explica Neil Somerville, estudioso da arte astrológica chinesa, no seu livro "O Seu Horóscopo Chinês para 2007". O astrólogo destaca como tendências do ano do Javali a expansão, o prazer, o movimento e a generosidade. Será um período de mudanças no poder e favorecimento a grande ajuda aos necessitados. "Pessoas que ocuparam o poder durante algum tempo irão agora ceder a vez a outros", escreve.
    O novo ano promete ser um mergulho no conhecimento: "Júpiter influencia para a busca de um conhecimento maior de si, do outro e de tudo que está ao redor e favorece a ânsia pelo conhecimento profundo, que vai além do que já existe. Júpiter é o desejo, é a ousadia impulsiva, o que leva o indivíduo adiante, mas como tudo tem duas faces, o ano terá favorecido o aspecto do exagero, da falta de limites"
    Júpiter é também o regente do signo de Sagitário, e, em 2007, estando a transitar por esse signo. Graças a essa ebulição de energias positivas, os sagitarianos têm uma forte tendência, em 2007, para a conquista dos seus objetivos.
    pravda
    posted by Motoko Aramaki @ 5:15 PM   0 comments
    Astrologia das Estações


    (Signos invertidos nos dois hemisférios da Terra)


    Carl Gustav Jung, psicólogo suíço:

    - "Nascemos num dado momento, num dado lugar e teremos, como os vinhos célebres, as qualidades do ano e da estação que nos viram nascer..."

    ________________________


    A Astrologia foi totalmente concebida e desenvolvida em cima do fenômeno das Estações do Ano.

    A prova de que a Astrologia foi totalmente concebida e desenvolvida em cima do fenômeno das Estações do Ano está no seguinte fato:

    A visão que a Astrologia tem do Universo é "geocêntrica".

    Sendo "geocêntrica" a visão que a Astrologia tem do Universo, isso significa que, as bases "astronômicas" da Astrologia estão totalmente equivocadas, desde a sua concepção.

    Se as bases astronômicas da Astrologia estão totalmente equivocadas, desde a sua concepção, isso significa que todos os conceitos, que foram estabelecidos sobre essas bases, também estão equivocados.

    Em função da visão geocêntrica do Universo, tudo o que a Astrologia concebeu, em termos de posicionamento dos "Astros", no espaço, em relação à Terra, está totalmente equivocado.

    Na verdade, em termos de relação entre os "Astros" e a "Terra", por causa da visão geocêntrica do Universo, a Astrologia só acertou - e mesmo assim apenas pela metade - o fenômeno das Estações do Ano.

    O fenômeno das Estações do Ano não acontece exatamente como a Astrologia imaginou, mas, pelo menos acontece, e foi em cima do fenômeno das Estações que a Astrologia estabeleceu os seus princípios.

    Desde a sua concepção, tudo o que a Astrologia viu, no espaço, não corresponde à realidade astronômica.

    Porém, como o que realmente importava era estabelecer uma relação, uma ligação entre os fenômenos que aconteciam na Terra e os "aparentes movimentos celestes", a Astrologia conseguiu desenvolver um "Sistema Cosmológico Geocêntrico" que parecia mostrar e explicar a relação entre os fenômenos ocorridos na Terra e os movimentos dos Astros no espaço.

    A impressão que se tinha, quando a Astrologia estava sendo concebida, era a de que a Terra fosse uma planície estática e de que todo o espaço se movesse sobre ela.

    E foi a partir dessa impressão que a Astrologia começou a ser concebida.

    Quando estava sendo concebida, a Astrologia percebia que alguns fenômenos se repetiam sobre a Terra, de maneira cíclica, e que havia uma certa coincidência entre a repetição dos fenômenos e alguns posicionamentos de alguns Astros no espaço.

    E foi a partir daí, dessa observação, que a Astrologia pode imaginar um Zodíaco, um caminho no espaço, por onde os Astros pareciam passar com freqüência, e foi também a partir daí que a Astrologia pode identificar pontos nesse caminho, que coincidiam com os fenômenos que aconteciam na Terra.

    E foi assim que a Astrologia concebeu e desenvolveu o Zodíaco, e dividiu o Zodíaco em doze espaços, e deu a cada espaço um nome, um Signo, que servisse para representar os fenômenos que aconteciam na Terra.

    Quando a Astrologia concebeu e desenvolveu o Zodíaco, a impressão que se tinha era a de que o Sol caminhasse pelo espaço, pelo Zodíaco, e que os fenômenos iam acontecendo, na Terra, conforme ele ia caminhando, passando de um espaço para o outro, de um Signo para outro, até completar toda a caminhada e começar tudo de novo, e de novo, e de novo...

    A Astrologia foi concebida pelos Astrólogos do Hemisfério Norte a partir do ano 2000 A.C., quando os babilônios descobriram as Estações do Ano.

    Naquela época os Astrólogos achavam que a Terra era uma "superfície plana" e que o "espaço celeste" era um "teto arqueado" que se movia sobre ela, juntamente com os demais Astros.

    Devido ao fato de os doze Signos dentro do Zodíaco serem a representação exta das Estações do Ano, e porque elas só foram descobertas no ano 2000A.C., esse se torna, de fato, o ano da concepção da Astrologia.

    Mas, o que realmente importa saber, é o que aconteceu com a Astrologia depois que Cláudio Ptolomeu criou o "Sistema Cosmológico Geocêntrico" que estabelece a Terra como ponto fixo central do Universo e que mostra os Astros e o próprio Universo girando ao seu redor.

    A criação do "Sistema Cosmológico Geocêntrico" de Ptolomeu data do século II D.C., e é a partir dessa data que a Astrologia realmente se torna interessante como objeto de estudo. Desde o ano 2000A.C., quando os babilônios descobriram as Estações do Ano, os Astrólogos consideram que a Terra seja o centro do Universo.

    Esse conceito foi oficializado por Cláudio Ptolomeu, astrônomo, matemático e geógrafo, que nasceu e viveu em Alexandria, até o ano 180D.C.

    Cláudio Ptolomeu criou o "Sistema Cosmológico Geocêntrico" e estabeleceu o princípio das "influências cósmicas", que é parte fundamental da atual prática astrológica.

    Cláudio Ptolomeu achava que a Terra era o centro do Universo e que os astros (planetas - incluindo o Sol e a Lua) giravam ao redor dela, dentro de uma esfera sólida à qual se fixavam as estrelas.

    Desde quando foi criado por Cláudio Ptolomeu, o "Sistema Cosmológico Geocêntrico" passou a ser usado pelos Astrólogos em seus estudos astrológicos da 'posição e influência dos astros sobre os fenômenos da Natureza e o destino e comportamento dos homens'.

    Atualmente, no século XXI, a Astrologia está disseminada por toda a Terra, ao contrário do que acontecia até o século XVI, quando somente era conhecida na região terrestre que corresponde ao Hemisfério Norte, onde ela foi concebida, criada e desenvolvida.

    Aliás, até o século XVI, os Astrólogos não imaginavam, de forma alguma, qualquer possibilidade de, em alguma parte da Terra, ocorrerem fenômenos diferentes dos que eles conheciam, como, por exemplo, Estações do Ano diferentes; para eles eram sempre as mesmas Estações do Ano que aconteciam em toda a Terra.

    Muito embora estivessem situados em um espaço territorial que correspondia somente à metade da Terra, os Astrólogos pensavam que o espaço territorial correspondesse a toda a Terra, e dessa forma eles estabeleceram todos os conceitos astrológicos que são conhecidos até a época atual - século XXI.

    Atualmente, os Astrólogos já não falam em "Sistema Geocêntrico", eles preferem "Sistema Homocêntrico", porque consideram que o "homem" - ser humano - seja o ponto central, e que, em torno dele, giram todas as coisas do Universo ( o que quer dizer exatamente a mesmíssima coisa, porque o homem está na Terra)...

    A Astrologia e a Astronomia foram concebidas e desenvolvidas de acordo com o conceito "geocêntrico" e existiram em conjunto até, pelo menos, o século XVI, quando começou a se discutir a possibilidade do conceito "heliocêntrico".

    A prova definitiva do heliocentrismo, através do movimento de translação da Terra, só foi dada por James Bradley, em 1726, através da descoberta do fenômeno da aberração das estrelas, o qual só podia ser explicado através da imposição de que a Terra girasse em torno do Sol.

    E a prova do movimento de rotação da Terra só foi dada por Jean Foucault em 1852, através da experiência do Pêndulo que leva seu nome.

    Dessa forma pode-se dizer que o conceito heliocêntrico somente passou a existir, "oficialmente" a partir do século XIX, quando então ficaram provados os dois movimentos da Terra em torno do Sol: rotação e translação.

    A pergunta importante a ser feita é a seguinte:

    - Se o geocentrismo não existe, se é uma mentira, tal como está provado e comprovado, como pode durar tanto tempo, sendo aceito como "verdadeiro" por, praticamente, todos?

    A resposta é a seguinte:

    - O geocentrismo se sustentou durante tanto tempo (quase 4000 'quatro mil' anos) porque, apesar de ser uma visão equivocada do Universo, conseguiu estabelecer (ainda que pela metade) o fenômeno das quatro Estações do Ano.

    As quatro Estações do Ano são, praticamente, o único fenômeno que pode ser observado, quase que da mesma forma, tanto através do conceito geocêntrico (que não existe) como através do conceito heliocêntrico.

    E mesmo o fenômeno das quatro Estações do Ano não foi visto de modo total, através do conceito geocêntrico, porque, como a Terra era considerada um ponto fixo no centro do Universo, pensavasse que as Estações do Ano abrangessem, do mesmo modo, toda a superfície terrestre.

    Foi somente através do conceito heliocêntrico que se pode provar que a Terra possuía dois, e não apenas um, ciclos sazonais, cada um acontecendo em uma data diferente do outro, nos dois hemisférios terrestres: fenômeno que acontece por causa da inclinação de 23°5 de inclinação que a Terra mantém constantemente no seu eixo de rotação, o que só pode ser percebido através do conceito heliocêntrico.

    Até a descoberta do "sistema heliocêntrico", tanto a astrologia quanto a astronomia estabeleceram todos os seus princípios através da equivocada visão geocêntrica do Universo, e as Estações do Ano foram o fenômeno que deu sustentação a tudo quanto foi concebido, a começar pela criação do Calendário, e pela concepção do Zodíaco e sua divisão em doze Signos, cada um representando um período das Estações do Ano.

    A partir da descoberta do "sistema heliocêntrico", a astrologia e a astronomia se separaram, tendo a astrologia assumido o conceito heliocêntrico, enquanto a astrologia decidiu permanecer com o conceito geocêntrico.

    E, desde então, pode-se dizer que a astrologia tornou-se uma "pseudociência", porque as suas afirmações, especialmente quanto a posicionamentos astrais (relação Terra/Lua/Sol/Planetas/Signos) continuou a ser feita de maneira totalmente equivocada, sem qualquer correspondência com a verdade heliocêntrica, e a única afirmação astrológica que ainda encontra uma base de sustentação, mesmo sendo feita através do "inexistente sistema geocêntrico", é o fenômeno das quatro Estações do Ano - ainda que pela metade.

    No mais, todos os posicionamentos astrais que a astrologia utiliza são falsos, porque estão baseados na visão geocêntrica do Universo.

    Mas, apesar de tudo isso, se alguém me perguntar se eu acredito que a astrologia possa ser levada a sério, e se os Signos realmente servem para identificar as qualidades das pessoas(?), a minha resposta será "sim". Porque entendo que os Signos sejam a representação exata das quatro Estações do Ano e que, vistos dessa forma, eles realmente fazem sentido.

    Mas, também, insisto na afirmação de que os Signos são diferentes e opostos nos dois hemisférios da Terra, porque, nos dois hemisférios, as Estações do Ano são diferentes e opostas - e os Signos são exatamente o que são as Estações do Ano.

    Em relação aos dois hemisférios da Terra, para não se considerar a inversão de Signos nas mesmas datas do Calendário, no mínimo, há de se considerar que existem dois tipos de cada Signo nas mesmas datas e estabelecer o quanto há de diferença entre um tipo e o outro.

    Simbolicamente, quando o Signo Áries aparece no espaço, na Terra o fenômeno dos ciclos sazonais tem início nos dois hemisférios: começando com a Primavera no Hemisfério Norte e com o Outono no Hemisfério Sul.

    Sem considerar a inversão dos Signos, de acordo com as Estações do Ano de cada hemisfério, no mínimo os Signos devem ser vistos assim:

    Áries/Primavera e Áries/Outono;

    Touro/Primavera e Touro/Outono;

    Gêmeos/Primavera e Gêmeos/Outono.

    Câncer/Verão e Câncer Inverno;

    Leão/Verão e Leão/Inverno;

    Virgem/Verão e Virgem/Inverno.

    Libra/Outono e Libra/Primavera;

    Escorpião/Outono e Escorpião/Primavera;

    Sagitário/Outono e Sagitário/Primavera.

    Capricórnio/Inverno e Capricórnio/Verão;

    Aquário/Inverno e Aquário/Verão;

    Peixes/Inverno e Peixes/Verão.

    Para entender o que estou afirmando, basta perceber o seguinte:

    Astrologia = Simulacra
    A astrologia, por ser toda ela baseada no conceito geocêntrico, da forma empírica como foi concebida, como foi desenvolvida e como é estudada e aplicada até agora, início do século XXI, ela é apenas uma "simulacra".

    Basta uma folheada num livro de astrologia para se perceber um grande número de erros, de imperfeições, de omissões e/ou de desatualizações na parte referente à Astronomia.

    O problema é que os livros de astrologia são usados tanto pelos curiosos, como pelos alunos, e pelos professores de astrologia, e são, basicamente, a única referência disponível sobre o assunto.

    E dessa forma que o acontece é o seguinte: o curioso recebe a informação errada, o professor aprende errado, ensina errado, o aluno se torna professor e o ciclo da ignorância se fecha e perpetua.

    É muito comum que se diga que o levantamento de um Mapa Astral é um processo astronômico, e que a descrição, a avaliação, a interpretação dos dados do Mapa Astral são um processo astrológico.

    Também se diz que a astrologia lida com ângulos entre planetas e a observação dos seus efeitos sobre os seres vivos da Natureza terrestre. Há quem considere a astrologia uma "ciência" que investiga a ação dos corpos celestes (astros) sobre os objetos animados e inanimados e como eles reagem a tal ação.

    A realidade, entretanto, mostra uma verdade completamente diferente.

    Da forma como vem sendo praticada, desde quando foi concebida, a Astrologia pode ser comparada a qualquer outra "arte divinatória" como Urim e Turim, Tarô, Runas, I Ching, Cartas Ciganas, Grafologia, Numerologia, Quiromancia, Búzios, Bola de Cristal, Alectoromancia, Apatomancia, Geomancia, Fisiognomonia, Aeromancia, Oniromancia, Piromancia, Oráculo de Delfos, Rabdomancia, Cromniomancia, Filorodomancia, Xilomancia...

    No tempo em que o conceito geocêntrico era o único conhecido, a astrologia e a astronomia se valiam dos seus dados para estabelecer os seus princípios.

    A partir do momento em que o conceito geocêntrico foi provado ser equivocado, dando lugar ao conceito heliocêntrico, a astrologia e a astronomia se separaram, e cada uma passou a estabelecer os seus princípios de acordo com um conceito diferente: todos os princípios astronômicos passaram a ser definidos de acordo com o conceito heliocêntrico, enquanto todos os princípios astrológicos "continuaram" a ser definidos de acordo com o "equivocado conceito geocêntrico", e, desde então, a astrologia deixou de ser considerada uma ciência e passou à categoria de "pseudociência", tornando-se, simplesmente, uma "arte divinatória".

    Atualmente, qualquer pessoa, com um mínimo de senso de observação, pode perceber que os posicionamentos dos "astros", em um Mapa Astrológico, ou uma Carta Astral (calculados de acordo com o conceito geocêntrico), não têm qualquer correspondência com o real posicionamento do "astros", de acordo com o conceito heliocêntrico.

    E dessa forma pode-se dizer, sem qualquer possibilidade de engano, que a astrologia, vista desta forma, é apenas uma "simulacra".

    A astronomia rendeu-se à evidência dos fatos, rompeu com o conceito geocêntrico, assumiu o conceito heliocêntrico e firmou-se definitivamente como ciência; a astrologia, por sua vez, negou a evidência dos fatos, manteve-se presa ao conceito geocêntrico, recusou o conceito heliocêntrico e firmou-se definitivamente como "não ciência".

    Da mesma forma que fazia quando foi concebida, a astrologia ainda mostra, atualmente, a Terra como sendo um elemento fixo, em torno do qual giram os outros elementos, e desta forma ainda fazem parte da linguagem astrológica termos como "planetas retrógrados" e "aspectos de sextil, quadratura, trígono, oposição, quincunce...", por exemplo, quando se sabe que a retrogradação e os aspectos angulares só poderiam existir se existisse o sistema geocêntrico, no qual a Terra não se moveria, e as Estações do Ano seriam iguais em toda a sua superfície, sendo definidas pelo Sol fazendo um movimento de sobe-e-desce, indo do trópico de câncer ao trópico de capricórnio e vice-versa.

    Ao olhar-se um Mapa Astral e proceder-se uma análise, pode-se perceber claramente o quanto os princípios astrológicos estão afastados dos princípios astronômicos, e o quanto de equívoco pode ser encontrado.

    O objetivo de um Mapa Astral é estabelecer, simbolicamente, uma relação entre um acontecimento, em um determinado ponto da superfície terrestre, e o que acontece, simultaneamente, no espaço ao redor da Terra.

    Acredita-se que os acontecimentos na Terra estejam ligados aos acontecimentos no espaço, que haja uma sincronicidade entre eles. Acredita-se que o espaço seja um macrocosmo e que, por exemplo, o ser humano seja um microcosmo, e que todos os acontecimentos verificados no macrocosmo ocorram também, simbolicamente, no interior do ser humano, no microcosmo.

    Em linguagem psicológica pode-se afirmar que de fato é assim, que o ser humano é um microcosmo, que existe em perfeita sincronia com o espaço macrocósmico, e que, dessa forma, através da linguagem simbólica astrológica, o ser humano encontra uma valiosa ajuda para o seu autoconhecimento.

    E isso equivale a dizer que o ser humano (microcosmo) e o espaço (macrocosmo) são faces de uma mesma realidade.

    No levantamento de um Mapa Astral, coordenadas geográficas terrestres, relacionadas a longitude e latitude, são usadas para que se calcule o posicionamento dos "Astros", dentro da "Faixa Zodiacal", em um determinado momento.

    O posicionamento de cada "Astro", na "Faixa Zodiacal", e o relacionamento harmônico e/ou desarmônico que estiver estabelecido entre os Astros, calculado pelas posições de cada um em relação a todos os demais, formará um Mapa Astral.

    O Mapa Astral, estabelecido para aquele local na superfície terrestre, naquele determinado momento, passa a ser, desde então, uma radiografia simbólica, ou um espelho simbólico, ou um clone simbólico, da coisa ou ser que tenha começado a viver exatamente naquele local, naquele momento - a coisa ou ser que tenha começado a viver naquele local, naquele momento terá, no seu interior, a reprodução exata daquele Mapa Astral, e todos os movimentos astrais que acontecerem no espaço, a partir de então, serão reproduzidos no interior da coisa ou ser, como se os dois fossem uma só coisa ou ser...

    Porém, o problema que se apresenta é que a linguagem simbólica astrológica não fala da realidade do espaço ao redor da Terra (macrocosmo), porque a realidade é heliocêntrica, e a linguagem astrológica fala de uma "simulacra geocêntrica", e o Mapa Astral mostra uma irrealidade, pois mostra o Zodíaco e os "Astros" através da visão geocêntrica do Universo.

    Os posicionamentos astrais encontrados no Mapa Astral, levantado através do sistema geocêntrico, não correspondem à realidade heliocêntrica, pois estão deslocados do seu verdadeiro posicionamento, e, portanto, não merecem credibilidade.

    E, nesse caso, ao valer-se dessa linguagem astrológica para autoconhecer-se, o ser humano está, na verdade, estabelecendo uma conexão completamente equivocada com o Cosmos, porque, de duas, uma: ou o ser humano (microcosmo) está sincronizado com o espaço macrocósmico heliocêntrico, que é verdadeiro, ou está sicronizado com a "simulacra macrocósmica geocêntrica", que é falsa.

    E a atual linguagem simbólica astrológica fala apenas da "simulacra macrocósmica geocêntrica".

    Em última análise, pode-se dizer que, se a realidade heliocêntrica do macrocosmo é completamente diferente da pseudorealidade geocêntrica do macrocosmo, que a astrologia apresenta, e se o ser humano é um microcosmo, que existe em sincronia com o macrocosmo heliocêntrico, então a astrologia, da forma como é apresentada, nada tem a ver com o ser humano.

    Seja através da visão geocêntrica equivocada do Universo, ou através da visão heliocêntrica real do Universo, o único fenômeno que se tem em comum, nos dois casos, é o das Estações do Ano.

    E a partir daí é fácil concluir que os Signos foram estabelecidos, sim, de fato, para marcar os doze espaços de 30° em que se divide o Zodíaco (faixa de translação do Sol no geocentrismo, e de translação da Terra no heliocentrismo) e os doze períodos (contados em dias) que cada espaço representa dentro de cada Estação.

    E para finalizar é bastante dizer o seguinte:

    - Uma vez que o único sistema existente de fato é o heliocêntrico, e através desse sistema está mais do que comprovado que as Estações do Ano são diferentes e opostas nos dois hemisférios da Terra, e considerando-se que os Signos foram estabelecidos de acordo com as Estações do Ano (do modo como elas eram percebidas através do "inexistente sistema geocêntrico"), basta considerar, em termos de Estações do Ano no Hemisfério Sul, o mesmo que se considera em termos de Hemisfério Norte, e teremos os Signos invertidos e adaptados à realidade heliocêntrica do Universo.

    Paulo Roberto Segundo
    __________________________________________________
    posted by Motoko Aramaki @ 4:36 PM   0 comments
    Talismãs e Amuletos
    Sábado, Dezembro 30, 2006

    Instituto de Pesquisas Psíquicas Imagick
    .
    Solange e Marcelo Ruiz

    Muitas pessoas tem suas superstições: levantar com o pé direito, para ter um dia bom, não passar debaixo de escada, para evitar o azar....
    O Povo Cigano também tem muitas crenças e superstições, mas para cada uma delas eles usam objetos e elementos que consideram atratores de sorte, de poder, etc.
    Os amuletos são objetos já existentes no meio em que vivemos e os ciganos os usa para atrair as energias que desejam, ou para afastar as energias que não querem.
    Ex: A Ferradura – pendurada com a abertura para cima, na porta de entrada de sua casa, atrai sorte e boa fortuna.
    Se usada com a abertura para baixo, afasta ladrões e roubos de seu lar.
    Trevo de 4 folhas – atrai sorte
    Dente de alho – afasta vampiros energéticos
    Moedas – proteção e prosperidade
    Estes são só alguns elementos entre uma infinidade de outros amuletos usados.
    Agora talismã é aquele que o cigano confecciona com uma função pré-estabelecida.
    Por exemplo para atrair o amor, a sorte, a prosperidade, a proteção e muitos outros desejos. Então o talismã é feito com vários elementos, dependendo do que se deseja obter.
    Para fazer um talismã de proteção, vocês vão precisar de:
    1 pedaço de tecido verde
    1 estrela de 5 pontas ( metal)
    1 moeda de cobre
    agulha e linha da mesma cor do tecido para costurar.
    Fazendo o saquinho e colocando os elementos dentro dele, vá costurando e firmando os seus pedidos de proteção. Depois de pronto deixe o talismã em uma noite de lua nova e no sol da manhã seguinte.
    Agradeçam a Santa Sara e ao Povo Cigano e já podem usá-lo.
    Lachi bar! ( Boa Sorte! )

    Amor tenet omnia.
    http://br.groups.yahoo.com/group/portaldosesotericos/

    Conheça nossa lista 'irmãzinha
    'http://br.groups.yahoo.com/group/SeaAmar
    posted by Motoko Aramaki @ 12:15 PM   0 comments
    A ANTROPOGÊNESE - De H. P. Blavatsky


    parte 2

    A Doutrina Secreta, v. III

    São Paulo: Ed Pensamento
    Doutrina Secreta, v. III
    De H. P. Blavatsky
    São Paulo: Ed Pensamento

    ESTÁGIOS EXISTENCIAIS 6
    Havendo estado em todas chamadas sete "criações", representadas alegoricamente pelas sete mudanças evolutivas (...) o HOMEM está presente na Terra desde o começp da Ronda atual. Depois de passar por todos os reinos da natureza nas três Rondas precedentes, sua constituição física - adaptada às condições térmicas daquelas primitivas épocas - estava apta para receber o divino Peregrino na aurora da vida humana, isto é, há 18 milhões de anos. Só no meado da Terceira Raça-Raiz foi o homem dotado de Manas. (...) embora os animais inferiores, desde a ameba ao homem, tivessem recebido suas Mônadas, que encerram todas as qualidades superiores potencialmente, estas qualidades têm que permanecer latentes até que o animal alcance a forma humana, antes de cuja fase o Manas (Mente) não se desenvolve. Nos animais, todos os princípios se acham paralisados e num estado comparável ao do feto, excetuando-se o segundo (princípio Vital), o terceiro (princípio Astral) e os rudimentos do quarto, Kâma, que é o desejo, o instinto, cuja intensidade e desenvolvimento variam com as espécies. (p. 272/273)
    (...) os ocultistas (...) crêem que a involução espiritual e psíquica segue linha paralela à evolução física - ou seja, que os sentidos internos, inatosnas primeiras raças humans, se atrofiaram com o desenvolvimento das raças e dos sentidos externos ... (p. 312)
    MACACOS
    6
    Para estudar a origem dos antropóides, devemos analisar a parada brusca da evolução de certas sub-raças e seu forçado e violento desvio para uma linha puramente animal, por via de cruzamentos artificiais, em tudo análogos aos processos de hibridação que hoje aprendemos a utilizar nos reinos animal e vegetal. Nesses monstros cobertos de pêlo vermelho, frutos de relações anti-naturais entre homens e animais, não encarnaram os "Senhores da Sabedoria" (...) Assim, uma longa série de transformações devidas a cruzamentos contra a Natureza (...) deu como resultado, com o passar do tempo, o aparecimento de espécimes inferiores da humanidade; e estes, por ulterior bestialidade e como conseqüência de seus primeiros esforços animais de reprodução, engendraram uma espécie que, desenvolvendo-se, passou a ser representada, muitos séculos depois, pelos símios mamíferos. (p. 219)
    Quando a Terceira Raça se separou e caiu no pecado, procriando homens-animais, estes (os animais) se tornaram ferozes, e os homens e eles se destruíram mutuamanete. Até então não havia pecado, nenhuma vida se destruía. (BLAVATSKY Apud DZYAN, P. 219)
    O macaco que conhecemos não é produto natural da evolução, mas um acidente, resultado de cruzamento entre um ser ou forma animal e o homem.(...) foi o animal mudo que inaugurou a união sexual, pois foi o primeiro que se separou em macho e fêmea. (...) Ora, não estava no plano da Natureza que o homem seguisse esse exemplo bestial. (p. 180)
    COMENTÁRIO:
    Parece pouco provável que algo ocorra à parte dos "planos da Natureza." A observação da autora deixa transparecer um certo preconceito enraizado por milênios de cultura antropomórfica.

    LILITH E A ORIGEM DOS MACACOS
    6
    Os símios apareceram milhões de anos após o ser humano dotado de palavra (...) os Egos dos macacos são entidades obrigadas pelo Carma a encarnar em formas animais, resultantes da bestialidade dos últimos homens da Terceira Raça e do começo da Quarta. (...) As numerosas tradições a respeito de Sátiros não são fábulas, mas recordam uma raça extinta de homens-animais. As "Evas" animais foram seus antepassados maternos, e o "Adões" humanos os paternos.; daí proveio a alegoria cabalística de Lilith ou Lilatu. A primeira esposa de Adão, descrita no Talmud como uma mulher "encantadora", "de cabelos longos e ondulados", isto é, uma fêmea animal peluda de uma espécie hoje desconhecida - mas, em todo caso, uma fêmea animal que, nas alegorias cabalísticas e talmúdicas, é considerada um reflexo feminino de Samael, Samael-Lilith, o homem-animal unido, um ser que, no Zohar tem o nome de Hayo Bishat, a Besta ou Besta Má. Foi essa união contrária à Natureza que deu origem aos macacos atuais. (...) Eis aí como a Ciência Oculta explica a ausência de todo elo [elo como o concebe a evolução darwinista] entre o macaco e o homem, mostrando que é o primeiro que descende do segundo. (p. 180/181)
    ATLANTES
    6
    As primeiras Raças Humanas com princípios físicos terrenos desenvolvidos e a primeira a praticar a reprodução sexuada foram os Lemurianos (6ª e 7ª sub-raças da 3ª Raça-Raiz) e os primeiros Atlantes (4ª Raça-Raiz).
    Estritamente falando, não é senão a partir das raças atlantes gigantescas que se pode fazer referência ao homem, pois só a Quarta Raça foi a primeira espécie humana completa, sem embargo de possuir uma estatura muito maior que a nossa, de hoje. (...) Só depois da chamada QUEDA é que as Raças entraram a desenvolver rapidamente a forma humana. (p. 245/246)
    Os primeiros Lêmuro-Atlantes são acusados de haver tomado como esposas mulheres de uma raça inferior, ou seja, a raça dos homens até então desprovidos de mente. Todas as escrituras antigas trazem a mesma lenda ... (p. 300) a Doutrina Secreta os acusa [os Lêmuro-Atlantes] (...) de haverem cometido o abominável crime deprocriar com "animais", dando assim ao mundo umaespécie verdadeiramente pitecóide, hoje extinta. (p. 303)
    Os Lêmuro-Atlantes não tinham necessidade de descobrir e fixar na memória o que o princípio animador sabia no momento da encarnação. Só o tempo e o adensamento progressivo da Matéria, de que se havia revestido os princípios, puderam, o primeiro, enfraquecer a memória dos conhecimentos pré-natais e, o segundo, entorpecer e até extinguir neles todo o fulgor da centelhaespiritual e divina. Em conseqüência (...) caíram vítimas de suas naturezas animais e procriaram "monstros", isto é, homens de uma variedade diferente. (...) Tinham forma humana, mas com as extremidades inferiores da cintura para baixo, cobertas de pêlos. Talvez a raça dos sátiros. (p. 303)
    LEMURIANOS
    6
    Os Lemurianos pertencem à 6ª e à 7ª sub-raças da 3ª Raça-Raiz. Os Atlantes, representam a 4ª Raça-Raiz. Ambos os tipos coexistiram, misturaram-se, conviveram e ocuparam territórios próprios: a Lemúria e a Atlântida, blocos continentais hoje desaparecidos. Os Lêmuro-Atlantes construíram cidades colossais; talhavam suas próprias imagens em tamanho natural e as adoravam. Cultivaram as Artes e as Ciências, conheceram a Astronomia, a Arquitetura e as Matemáticas. Os Lemurianos das duas últimas sub-raças foram precursores da civilização Lêmuro-Atlante. Foram eles que fundaram a vida coletiva nas primeiras cidades, rochosas, erigidas com pedra e lava. (BLAVATSKY, p. 134/135/136)
    MONSTROS E FÁBULAS
    6
    Então, a Terceira e a Quarta (Raças) cresceram em orgulho: "Somos os reis, somos os deuses. Tomaram esposas de aparência formosa. Esposas escolhidas entre ossem mente, os de cabeça estreita. Procriaram monstros, demônios perversos, machos e fêmeas, e também Khados (Dâkinis), de mente limitada. Edificaram templos para o corpo humano. Adoraram o varão e a fêmea. Então o Terceiro Olho deixou de funcionar.(BLAVATSKY Apud DZYAN, p 289)
    Tais foram os primeiros homens verdadeiramente físicos (...) A reminiscência desta Terceira Raça e dos Gigantescos Atlantes transmitiu-se de raça em raça e de geração em geração até a época de Moisés, e encontrou forma objetiva nos gigantes antediluvianos, esses terríveis feiticeiros e magos sobre os quais a Igreja Romana conservou lendas tão vívidas e ao mesmo tempo tão desfiguradas. (p. 289)

    Duas figuras mitológicas: à esquerda, dois gigantes. Hércules levanta do solo o gigante Ateu que, segundo a lenda, recebia suas forças diretamente de Gaia, a Terra, pelos pés. Hércules, erguendo o Gigante no ar, venceu a luta titânica. À direita, o Ciclope Polifemo, na concepção do simbolista francês Odilon Redon, observa sua amada, Galatéia, que jamais lhe pertenceu. Fonte das Ilustrações: ARTCYCLOPÉDIA
    GIGANTES 6
    Porque, em verdade existiram Gigantes (...) na ordem da criação, encontramos testemunhos que atestam a existência, na flora, das mesmas dimensões proporcionais, variando pari passu com as da fauna. (...) A série evolutiva do mundo animal prova que o mesmo se passou nas raças humanas. (p. 294)
    Tertuliano (...) certificou que havia, no seu tempo, um certo número de de gigantes em Cartago (...) jornais de 1858 (...) mencionam o achado de um "sarcófago de gigante" no sítio ocupado por aquela cidade. (...) Filóstrato (...) fala de um esqueleto gigante de 22 côvados, visto por ele prório no promontório de Sigeu. (p. 196)
    Era creça de toda a antiguidade, pagã e cristã, que a humanidade primitiva foi uma raça de Gigantes. Algumas escavações feitas na América (em terraços e cavernas) puseram a descoberto, em casos isolados, grupos de esqueletos com nove e doze pés de altura. Tais esqueletos pertencem a tribos dos primeiros tempos da Quinta Raça [a atual] e cuja estrutura degenerou para a média atual de cinco a seis pés. Podemos admitir sem dificuldade que os Titãs e os Ciclopes das idades primitivas eram realmente da Quarta Raça (a Atlante) ... Ciclopes reais (...) eram mortais dotados de "três olhos". (p. 311)
    CICLOPES
    6
    (...) as ruínas ciclópicas (assim chamadas até hoje) são umaprova da existência dos Ciclopes, aquela raça de gigantes (...) a Quarta Raça Primitiva (...) podia possuir três olhos, sem que o terceiro olho fosse necessariamente no meio da testa ... (p. 312)
    O TERCEIRO OLHO
    6
    Naqueles remotos tempos de machos-fêmeas (hermafroditas), havia criaturas humanas de quatro braços, uma só cabeça mas três olhos. Podiam ver pela frente e por detrás. Um Kalpa mais tarde, após a separação dos sexos, tendo os homens caído na matéria, tiveram sua vista espiritual enfraquecida, e o Terceiro Olho passou pouco a pouco a perder o seu poder (...) Quando a Terceira Raça atingiu o ponto médio de sua idade, a Visão Interna teve que ser despertada e adquirida por meio de estimulantes artificiais, cujo processo, os sábios antigos conheciam (...) Por sua vez, o Terceiro Olho, petrificando-se gradualmente, não tardou a desaparecer. Os dois rostos converteram-se em um único rosto, e o olho sumiu-se profundamente na cabeça, achando-se agora enterrado sob os cabelos. Durante os instantes de atividade do Homem Interno (durante o êxtase e a visão espiritual) o olho (o Terceiro Olho) infla e se dilata (...) O Lanu sem mácula [o Discípulo, o Chela] não deve temer nenhum perigo; o que não se mantém em estado de pureza [que não é casto] não receberá ajuda do Olho de Deva. (p. 312/313)
    Esta expressão "petrificando-se, empregada no lugar de "ossificando-se", é curiosa. O "olho posterior", que, naturalmente outra coisa não é senão a chamada Glândula Pineal, a pequena massa, semelhante a uma ervilha, de matéria cinzenta que adere à parte posterior do terceiro ventrículo do cérebro. Quase sempre se diz que contém "concreções minerais e areia", e "nada mais". (p. 312, NOTA)
    O "Olho de Deva" não existe mais para a maioria da humanidade. O Terceiro Olho está morto e já não atua, mas deixou atrás de si um testemunho de sua existência. Esse testemunho é a GLÂNDULA PINEAL. Quanto aos homens de "quatro braços", são os que serviram de protótipos para os deuses hindus de quatro braços... (p. 313)
    O desenvolvimento do olho humano confirma a antropologia oculta (...) O olho do embrião humano cresce de dentro para fora - saindo do cérebro, em vez de ser parte da pele, como nos insetos e no molusco chamado choco. (p. 313)
    O Professor Lankester (...) sugere a curiosa teoria de que o "nosso" primeiro antecessor vertebrado foi um ser transparente, no qual, por isso, pouca importância tinha a localização do olho! Ensina-se, deste modo, que o homem realmente foi, em certa época, um ser transparente... (p. 313)
    posted by Motoko Aramaki @ 12:06 PM   0 comments
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